10/02/2010

Encerramento dos debates no Encontro marca a nova fase da CUFA

Postado por: Pâmela Figueredo
O sábado foi de encaminhamentos finais das pautas do V Encontro Nacional da CUFA. Foram definidos o calendário anual dos eventos nacionais, as ações específicas para cada Estado e a criação de grupos de trabalhos que irão gerenciar as ações nacionais da CUFA.














A Frente Brasileira de Hip Hop, o grupo de esporte e capoeira, o Núcleo Maria Maria e o grupo de comunicação nacional, serão responsáveis por orientar e atender todas as bases e definir estratégias de ações em cada área.














Equipe de áudio visual, registrando tudo

Os grupos apresentaram seus objetivos e planejamentos para o ano de 2010, marcando uma nova fase de fortalecimento institucional da CUFA Brasil. O Conselho Nacional da CUFA também definiu seu plano de trabalho e elegeu um novo presidente, Max Maciel do Distrito Federal.














Celso Athayde e Max Maciel, troca de presidencia do Conselho Nacional

Já no domingo, 31, último dia do Encontro, o momento foi de despedidas e confraternizações entre os participantes. A CUFA Rio Grande do Sul agradece a todos os participantes e encerra o ciclo de debates com muito orgulho de poder dizer que o V Encontro Nacional da CUFA, em Porto Alegre, será um marco na história da CUFA Brasil.













Confraternizando




31/01/2010

Secretário-Executivo do PRONASCI realiza palestra em Encontro da CUFA

Com a presença do Secretário-Executivo e o Secretário de Juventude do PRONASCI, Ronaldo Teixeira e Reinaldo Gomes, respectivamente, na tarde do dia 29, os participantes analisaram o Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania, com foco para o projeto Os Invisíveis.
















Ronaldo Teixeira e Reinaldo Gomes



O projeto idealizado pela CUFA tem como objetivo tirar jovens da invisibilidade e atenderá dez Estados brasileiros, sendo os quais: Rio de Janeiro, Bahia, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Tocantins, Distrito Federal, Goiás, Pará, Ceará e Pernambuco, com o desenvolvimento do basquete de rua.








Mesa de Trabalho


Para o Secretário Ronaldo Teixeira, Os Invisíveis é uma esperança para o Brasil e reiterou um compromisso de levar os Invisíveis em todos os lugares onde tiver os territórios do PRONASCI. “Em todo território Nacional tem que ter o Território da Paz, Mulheres da Paz e Os Invisíveis”. Ronaldo Teixeira.



Grupo reunido ao som do rap

Postado por: Pâmela Figueredo

27/01/2010

Quer ser o Globetrotter Brasileiro?

A seletiva do Rio de Janeiro vai acontecer:
Dia 27 de fevereiro, no viaduto de 11 as 16h

Já pensou em viajar pelo mundo, jogando basquete e se divertindo em quadra? Os Harlem Globetrotters estão procurando um novo integrante no Brasil e essa vaga pode ser sua. Quer saber como? Então, confira o regulamento para se tornar um astro do esporte mundial.
Primeira fase: inscrição

Se você é homem e tem mais de 18 anos, mande vídeos (sim, pode ser mais de um) para o GLOBOESPORTE.COM, demonstrando suas habilidades com a bola de basquete. Você pode fazer o movimento e jogada que quiser, mas tem que ser em, no máximo, 1min de duração. Se você não tem acesso a internet, a CUFA (Central Única de Favelas), em parceria com as afiliadas da TV Globo, organizará as Clínicas Globetrotter, onde disponibilizará computadores para os candidatos. Mas atenção! O prazo para inscrição vai até 7 de março. Envie seu vídeo!
Segunda fase: seleção

Depois disso, a produção do concurso selecionará 14 vídeos. Nove candidatos já estarão classificados para a fase seguinte, já os outros cinco disputarão o voto do público no GLOBOESPORTE.COM por apenas mais uma vaga entre os dez melhores. A votação no site será de 14 a 21 de março.

Terceira fase: Camping Globetrotters

Os classificados serão escalados para o Camping Globetrotters e ficaram concentrados em um acampamento de basquete de 6 a 18 de abril. Lá, eles poderão aprimorar a técnica no esporte e terão contato direto com os jogadores do time atual dos Globetrotters, que, junto com a produção do concurso, escolherão os quatro melhores em quadra para disputar a grande final.
Final

Em 24 de abril, os finalistas farão uma apresentação para um júri técnico no programa “Caldeirão do Huck”, da TV Globo. O vencedor será o Globetrotter Brasileiro.

O concurso Globetrotter Brasileiro é uma tabelinha entre GLOBOESPORTE.COM, Esporte Espetacular, Globo Esporte, Caldeirão do Huck e os Harlem Globetrotters.

A seletiva do Rio de Janeiro vai acontecer:
Dia 27 de fevereiro, no viaduto de 11 as 16h



Para mais informações acesse o blog do HGT BrasileiroOu envie um email para contatos@liibra.com ou contatos@cufa.org.br


Postado por: Pâmela Figueedo

24/01/2010

Cufa entra com ação pública contra Cônsul do Haiti.

Central Única das Favelas 21 de Janeiro de 2009.

A CUFA - Central Única das Favelas vem tornar público que entrou com uma representação junto ao Ministério Público de São Paulo solicitando instalação de inquérito por conta das declarações proferidas, em rede nacional pelo Srº Gerge Samuel Antoine, cônsul geral do Haiti em são Paulo. Nesta mesma data informamos que estamos apresentando noticia crime nos seguintes órgãos: Embaixada do Haiti - Ministério da Justiça - Ministério de Relações Exteriores - Seppir - Secretaria Especial de Politicas de promoção para Igualdade racial - Direitos Humanos - Secretaria Nacional de Segurança - Presidência da Republica - Casa civil.
_______________________________________________________________

EXMO. SR. PROMOTOR DE JUSTIÇA DO MINISTÉRIO PUBLICO DO ESTADO DE SÃO PAULO

Central Única das Favelas- CUFA DO BRASIL, inscrita, vem apresentar notícia-crime contra Gerge Samuel Antoine, cônsul geral do Haiti em São Paulo, esperando sejam averiguados os fatos a seguir narrados e, eventualmente, instaurada a competente ação penal pública incondicionada.
O cônsul do Haiti em São Paulo, Gerge Samuel Antoine, apareceu em reportagem exibida na noite da última quarta-feira, dia 13 de janeiro, no programa de televisão "SBT Brasil", exibido em rede nacional, dizendo que o recente terremoto que atingiu o Haiti, causando imensa destruição e morte de milhares de pessoas, estaria "sendo bom" para seu trabalho e que a tragédia poderia ter ocorrido por causa da religião praticada por boa parte dos haitianos, descendentes de africanos, os quais são qualificados como amaldiçoados.

Nos termos do vídeo que acompanha esta notícia-crime, o cônsul afirmou: "A desgraça de lá está sendo uma boa pra gente aqui, fica conhecido. Acho que de, tanto mexer com macumba, não sei o que é aquilo... O africano em si tem maldição. Todo lugar que tem africano lá tá fudido." http://audienciadatv.wordpress.com/2010/01/15/video-jornalismo-do-sbt-denuncia-consul-haitiano-preconceituoso/

Diante disso, a CUFA - Central Única das Favelas, entidade representativa em todo território nacional e com bases internacionais, considerando 1) a eventual prática de crimes de preconceito racial e religioso, tipificados no artigo 20, da Lei 7.716, de 05 de janeiro de 1989; 2) considerando ainda que a ocupação de cargo de cônsul honorário não gera imunidade diplomática; e 3) considerando que a prática do eventual crime teria se dado em rede nacional de televisão; vem requerer a instauração de inquérito para averiguação dos fatos narrados e, eventualmente constatada a prática de crime, instauração da competente ação penal pública incondicionada.
São Paulo , 20 de janeiro de 2010.

Central Única das Favelas do Brasil - CUFA

DANILLO BITTENCOURT - BA - Presidente KALINE LIMA - PB - vice – presidente PRETO ZEZE - CE – articulador nacional DINORA RODRIGUES - RS - conselheiraMV BILL - RJ - presidente de Honra KARINA SANTIAGO - MT - Direção Nacional NEGA GIZZA - Coordenação Rio de JaneiroANNA SABBAGG - Coordenação - SP
Postado por: Pâmela Figueredo

Moção de Repúdio




Historicamente todos os símbolos que traduzem a herança africana foram usurpados, relegados à condição de subalternidade e negados do processo de contribuição da formação da cultura brasileira, a exemplo disso citamos a religião. Homens e mulheres tiveram que criar formas de resistência e camuflar sua fé, originando ao que conhecemos como sincretismo religioso. Pois bem, o bonde da história se movimenta e hoje seguidores e seguidoras das religiões de matriz africana em todo país, engrossam as fileiras da luta contra a intolerância religiosa, se pautando inclusive na Constituição brasileira, quando garante a liberdade de culto. É preciso rememorar que a perseguição religiosa culmina em várias formas de violência, ferindo os direitos da pessoa humana.
Neste contexto de releituras e circularidade cultural, surge o inaceitável, duras manifestações de preconceito a cultura africana na diáspora conjugada a requinte de crueldade de colarinho branco. Tudo traduzido no nefasto comentário do cônsul geral do Haiti em São Paulo, o Srº Gerge Samuel Antoine, que em meio à comoção mundial pelo duro golpe que a natureza deu no Haiti e que arrasou vidas, repartiu famílias e dilacerou o resquício de esperança do povo haitiano, disse "A desgraça de lá está sendo uma boa pra gente aqui, fica conhecido. Acho que de, tanto mexer com macumba, não sei o que é aquilo... O africano em si tem maldição. Todo lugar que tem africano lá tá f..." (fonte: SBT Brasil)


Num momento em que o mundo volta sua solidariedade para o povo do Haiti, os negros do Haiti, deve ser repugnada qualquer manifestação de racismo, preconceito e ódio à cultura religiosa de matriz africana, extensível a todos os brasileiros. Assim, a infeliz manifestação do cônsul não pode ser desculpada, e se for pelo governo brasileiro, não o será em nome dos mais diversos movimentos sociais nacionais, notadamente porque entendemos que esse pedido de desculpas se dá pelo fato do seu pensamento ter se tornado público, nada mais. Ter em nossas terras um homem que semeia o desamor e o oportunismo selvagem, sobretudo, num momento de dor, é como cultivar um câncer em nosso país. Não basta ter que conviver com os nossos racistas ainda vamos ter de nos omitir sobre essa reprovável manifestação de racismo?Até quando vamos ter que conviver com o mito da igualdade racial e as várias facetas que o preconceito apresenta?



Neste sentido a CUFA - Central Única das Favelas, entidade representativa em todo território nacional e com bases internacionais (Alemanha, Argentina, Áustria, Bolívia, Chile, Colômbia, Espanha, Hungria, Itália, Paraguai, Portugal, USA e Angola), vem por meio dessa moção solicitar ao governo brasileiro que encaminhe esse senhor a acalmar todo seu sentimento em outras terras e que assim seja imediatamente convidado a deixar essa casa nação brasileira, bem como, o afastamento imediato do cargo que ocupa, por ser incompatível com suas convicções racistas, desumanas e contrária a cultura da paz. É preciso que as instâncias de poder se posicionem e intervenham, como símbolo de respeito aos ossos irmãos e irmãs haitianas, à dignidade do povo brasileiro e como resposta as agressões proferidas à cultura advinda de África, pois somos parte dela mesmo que neguem.
Por fim, nos negros e não negros brasileiros e brasileiras afirmamos que não temos nenhuma maldição e como tal desejamos a ele toda a sorte e felicidade do mundo em outra missão que não seja a de representar os negros do Haiti em território brasileiro. E se ainda assim o Srº Gerge Samuel Antoine continuar como referência do povo do Haiti no Brasil então deveremos reconhecer que realmente somos um povo amaldiçoado.




Para assinar o manifesto clique aqui: http://www.manifestohaiti.cufa.org.br/in.php?id=home

22/01/2010

Grupo André Maggi destaca relevância do Projeto Pixaim


Dentre os benefícios destacados pelo Grupo está o de formação de novos agentes de transformação sócio-cultural.




Pixaim no Festival Consciência Hip Hop 2009. Foto: Paulo Kid





Pedro Jacyr Bongiolo, Presidente do Grupo André Maggi, um dos maiores do setor de agronegócios do país, e patrocinador de uma das ações do Projeto Pixaim, destaca em entrevista a relevância social do projeto. Pixaim é uma ação do Maria Maria, núcleo de mulheres da CUFA (Central Única das Favelas).


Jacyr Bongiolo, Presidente do Grupo André Maggi



O grupo é financiador de uma ação que levará as atividades do projeto a 30 municípios do interior mato-grossense. As atividades compreendem lançamento e doação da 2ª edição do livro “Cabelo Ruim? A História de três meninas aprendendo a se aceitar", de Neusa Baptista, coordenadora do Maria Maria em MT, bem como atividades de leitura, demonstrações de trança afro, e apresentação de peça teatral baseada no livro.

Confira a entrevista na íntegra:

Favela Comunicação: Por que o Grupo André Maggi decidiu apoiar este projeto?

Jacyr Bongiolo:O apoio a projetos socioculturais é uma constante no Grupo André Maggi, que direciona esses apoios, em sua maioria, por meio da Fundação André Maggi. Buscamos apoiar projetos que contribuam com o desenvolvimento local das regiões onde o Grupo atua. E o Projeto Pixam é um projeto consolidado, cujos benefícios socioculturais são inúmeros e já vêm sendo percebidos pelos participantes, principalmente no que se refere à busca pela eqüidade de gênero e raça e a promoção da educação.

FC:O que o Grupo espera com este apoio?

JB:Esperamos que a proposta do projeto seja difundida para o maior número possível de pessoas e regiões. O Grupo André Maggi conta hoje com a Fundação André Maggi, que contribui para o desenvolvimento de ações em âmbito social e cultural, mas nem assim conseguimos atender a todas as comunidades em que estamos inseridos. Com esta parceria, além de auxiliarmos um projeto de extrema importância e que vai beneficiar um número ainda maior de pessoas, cumprimos nossos compromissos frente às comunidades que tão bem nos recebem.

FC:Quais os benefícios de se apoiar um projeto social e cultural?

JB:Projetos socioculturais geram inúmeros resultados tanto para a empresa como para as comunidades beneficiadas. São ações que aproximam empresa e comunidade, que passam a se conhecer de maneira mais aprofundada. Além disso, demonstram nossa posição frente à Responsabilidade Social e criam oportunidades para funcionários praticarem a cidadania. Mas o principal beneficiado é mesmo aquele a quem o projeto se destina. No caso do Pixaim, estamos fomentando o desenvolvimento e formando agentes de transformação, que vão divulgar a importância da luta contra o preconceito e a da valorização da educação.

Postado por: Pâmela Figueredo

Projeto Pixaim com pé na estrada




Além das já conhecidas demonstrações de trança, a “caravana” que percorrerá 30 municípios, levará livros para doações, atividades de leitura e apresentação de peça teatral. A ação é patrocinada pelo Grupo André Maggi.



capa da 2ª ed. do livro


O Projeto Pixaim, que divulga o livro “Cabelo Ruim?” e realiza oficinas de tranças afro, ganhou um novo e importante aliado. Trata-se do Grupo André Maggi, considerado um dos principais grupos empresariais no setor do agronegócio no país, que firmou parceria com os idealizadores do projeto para patrocinar as atividades do Pixaim durante 2010 em 30 municípios de nove regiões do Estado. O patrocínio será feito por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, conhecida como Lei Rouanet.

Por meio da parceria, serão realizados nos municípios lançamentos do livro, atividades de leitura e demonstrações de tranças afro e apresentação de uma peça teatral baseada na história do livro. “Além de bem estruturado e consolidado no cenário regional, o Projeto Pixaim traduz alguns dos principais compromissos institucionais assumidos pelo Grupo André Maggi, como a busca pela eqüidade de gênero e raça e a promoção da educação”, destaca o presidente do Grupo André Maggi, Pedro Jacyr Bongiolo.

O Projeto Pixaim será também uma grande ação de incentivo à leitura. Ao todo, cinco mil exemplares do livro “Cabelo Ruim?”, da jornalista e escritora Neusa Baptista, que também coordena o projeto, serão doados a bibliotecas e escolas. Lançado em 2007, o livro conta a história de três meninas – Bia, Tatá e Ritinha – que se vêem às voltas com o preconceito sofrido devido ao fato de serem negras e possuírem o cabelo crespo, chamado pejorativamente de “pixaim”, “bombril” etc. Por meio da amizade, elas descobrem a importância de valorizar sua estética para se sentirem bem consigo mesmas.

A obra tem despertado o interesse de pais, educadores, pesquisadores, ONGs e outras entidades de todo o País, e chegou a ser sugerido como dica de leitura nos Cadernos da Conferência Nacional de Juventude, no item “Diversidade”.



Pixaim presente na Ação Global


O Projeto

Elaborado inicialmente em parceria com a editora TantaTinta, responsável pela publicação do livro, o Projeto Pixaim foi aprovado para captação de recursos via Lei Rouanet em janeiro de 2008. No mesmo período, Neusa Baptista firmou parceria com o Núcleo Maria Maria, da Central Única das Favelas (CUFA-MT), onde o Projeto Pixaim foi inserido, passando a oferecer também oficinas de tranças afro e teatro e agregando a geração de renda como meta.

Desde então, várias ações do projeto têm ocorrido em Cuiabá e municípios da Baixada Cuiabana no âmbito do Núcleo Maria Maria, tendo como carro-chefe as oficinas de tranças afro e atividades de leitura voltadas especialmente a mulheres e meninas da periferia.

E os resultados já são visíveis. De abril a julho de 2009, o Projeto Pixaim formou cinco trançadeiras, que hoje já geram renda com a confecção das tranças, além de levarem o conceito da autoestima e da valorização da estética negra.

O Projeto também já realizou importantes parcerias, tendo sido reconhecido como Ponto de Cultura, ação do Programa Cultura Viva, coordenado pelo Ministério da Cultura em parceria com a Secretaria de Estado de Cultura. As ações, que serão desenvolvidas no Centro Esportivo Cultural da CUFA-MT, no bairro São João Del Rey, em Cuiabá, terão duração de três anos, com oficinas de tranças afro, bonecas negras, leitura e diversas outras atividades culturais.

“Hoje, o projeto oferece capacitação profissional e, ao mesmo tempo, discute valorização da estética negra, auto-aceitação e autoestima, que são idéias centrais do livro. E é um pouco disso que vamos levar para os municípios”, explicou Neusa Baptista.

Oficina do Pixaim formando novas alunas


Grupo André Maggi

Fundado há mais de 30 anos, é um grupo de empresas do setor do agronegócio que atua na produção e comercialização de grãos, fertilizantes, transporte fluvial e energia. É composto pela Amaggi – Exportação e Importação Ltda., Divisão Agro, Hermasa – Navegação da Amazônia Ltda. e a Maggi Energia. Conta ainda com a atuação social da Fundação André Maggi.

Postado Por: Welber Correa